Entender o que está acontecendo é o primeiro passo.

Jean Cristopher Sanches — psicólogo clínico, CRP 08/34238, pós-graduado em Neuropsicologia. Avaliação neuropsicológica, acompanhamento em autismo e TDAH e psicoterapia para crianças, adolescentes e adultos. Presencial em Curitiba e Mandirituba/PR e online.

Instituto Vida Plena Atendimento presencial no
Instituto Vida Plena
Jean Cristopher Sanches, psicólogo, sorrindo, de camisa azul, com prancheta e caneta
CRP 08/34238 Psicologia e Serviço Social 13 anos de atuação na área de Saúde Mental Neuropsicologia · TEA e ABA · TCC

Para quem é o atendimento

Cada fase da vida chega com perguntas diferentes.

Infância e adolescência

Crianças e adolescentes

Dificuldades de aprendizagem, comportamento, atenção, desenvolvimento e regulação emocional. Avaliação, acompanhamento e orientação à família e à escola.

Vida adulta

Adultos

Psicoterapia para ansiedade, depressão, questões de propósito e os impasses da vida adulta — inclusive para adultos que buscam avaliação de TDAH ou autismo pela primeira vez.

Quem cuida

Famílias

Orientação a pais e cuidadores sobre como lidar, o que esperar e como apoiar o desenvolvimento no dia a dia. Também terapia de família e casal.

Avaliação neuropsicológica

Quando é preciso entender antes de intervir.

A avaliação neuropsicológica é um processo estruturado que investiga como a pessoa pensa, aprende, presta atenção, memoriza, se organiza e regula as próprias emoções.

Ela é indicada quando há dúvidas sobre desenvolvimento, aprendizagem, atenção ou comportamento — e quando a família precisa de algo mais do que uma impressão: precisa de um mapa.

Ao final, você recebe um relatório detalhado, com a compreensão do funcionamento da pessoa avaliada, recomendações para a escola, para a família e para o acompanhamento, e orientação sobre os próximos passos.

Como o processo acontece

  1. Entrevista inicialConversa com a pessoa ou com os responsáveis para entender a história, as queixas e as perguntas que a avaliação precisa responder.
  2. Sessões de avaliaçãoAplicação de testes e tarefas padronizados, escolhidos de acordo com a idade e com cada caso.
  3. Análise integradaOs resultados são interpretados junto com a história de vida e as informações da família e, quando autorizado, da escola.
  4. Devolutiva e relatórioUm encontro para explicar com clareza o que foi observado, entregar o relatório e orientar os próximos passos.

Quando a avaliação é indicada

Dificuldades escolares persistentes

Quando o esforço não se converte em resultado.

Suspeita de TDAH

Desatenção, impulsividade e inquietação que atrapalham a rotina.

Suspeita de autismo

Para crianças, adolescentes e também adultos.

Dificuldades específicas de aprendizagem

Leitura, escrita e matemática.

Memória, atenção e organização

Queixas cognitivas em adultos que interferem no trabalho e na vida pessoal.

Acompanhamento do desenvolvimento

Quando a escola ou o pediatra sugerem uma investigação.

Sobre diagnóstico: a avaliação neuropsicológica contribui para o processo diagnóstico e oferece elementos para a conclusão diagnóstica. Em quadros como TEA e TDAH, o diagnóstico costuma ser concluído por médico, em um processo que muitas vezes envolve mais de um profissional.

Autismo e neurodesenvolvimento

Cada pessoa autista é uma pessoa inteira.

O trabalho com autismo aqui parte de um princípio simples: o objetivo não é fazer a criança parecer com as outras. É ampliar a comunicação, a autonomia e o repertório de habilidades, respeitando quem ela é.

O acompanhamento é conduzido com base no método ABA — Análise do Comportamento Aplicada —, com foco no desenvolvimento de habilidades funcionais para a vida real: comunicar o que precisa, lidar com transições, participar da rotina da casa e da escola, construir relações.

E envolve a família do começo ao fim, porque é no dia a dia que o desenvolvimento acontece.

Diferença não é algo a ser corrigido. É o ponto de partida do trabalho.

Transtorno do Espectro Autista

Avaliação, acompanhamento e intervenção pelo método ABA.

TDAH

Atenção, impulsividade, organização e regulação.

Dificuldades de aprendizagem

Dislexia, discalculia e transtornos da linguagem.

Linguagem e coordenação

Apoio ao desenvolvimento da linguagem e da coordenação motora.

Habilidades sociais

Comunicação, convivência e autonomia.

Comportamento na infância e adolescência

TOD, desregulação emocional e controle de impulsos.

Psicoterapia

Um espaço para o que precisa ser dito.

Atendimento psicoterapêutico para crianças, adolescentes e adultos, conduzido principalmente em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e, quando indicado, a partir da Logoterapia e Análise Existencial.

Abordagem principal

Terapia Cognitivo-Comportamental

Uma abordagem estruturada, com objetivos claros e foco no presente. Trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, com estratégias práticas para o dia a dia — e é adaptada à linguagem de cada idade, da infância à vida adulta.

Quando indicado

Logoterapia e Análise Existencial

Desenvolvida pelo psiquiatra Viktor Frankl, trabalha a dimensão do sentido: por que vale a pena, a partir de quê se escolhe, o que dá direção à vida mesmo em momentos difíceis. São dois caminhos — e o que define qual usar é a pessoa, não o método.

Transtornos de ansiedade

TAG, pânico, fobias específicas e ansiedade social.

TOC e TEPT

Pensamentos intrusivos, rituais e marcas de experiências difíceis.

Depressão e distimia

Tristeza persistente, desânimo e perda de interesse.

Transtorno bipolar

Acompanhamento psicoterapêutico em articulação com o tratamento médico — a psicoterapia é parte do cuidado, nunca substituta do acompanhamento psiquiátrico.

Regulação emocional

Lidar com emoções intensas e difíceis de controlar.

Sentido e propósito

Para quem busca clareza sobre a própria direção.

Orientação a pais e escolas

Quem convive todos os dias também precisa de apoio.

O desenvolvimento de uma criança não acontece só na sessão. Acontece na hora do dever de casa, na transição da escola, no conflito do jantar, na rotina de dormir.

Por isso o trabalho inclui orientação a pais e cuidadores — o que esperar, o que ajuda, o que alimenta o problema sem querer — e, quando autorizado pela família, articulação com a escola, para que as estratégias sejam as mesmas nos dois lugares.

Orientação parental

Estratégias práticas para o dia a dia, construídas com a família.

Devolutiva e orientação escolar

Adaptações e recomendações pedagógicas, em diálogo com a escola.

Atendimento psicopedagógico

Dificuldades de aprendizagem e método de estudo.

Apoio ao cuidador

Porque o esgotamento de quem cuida também é real.

Terapia de família e casal

Um espaço para cuidar das relações: comunicação, conflitos, fases de transição e reorganização da vida em família e a dois.

Instituto Vida Plena — Ressignificando e curando vidas

Onde atendo

Instituto Vida Plena

Os atendimentos presenciais acontecem no Instituto Vida Plena, do qual sou sócio-proprietário — um espaço estruturado para atendimento em saúde mental e desenvolvimento humano.

  • Uma equipe dedicada à saúde mental e ao desenvolvimento humano, no mesmo espaço.
  • Ambiente acolhedor para crianças, adolescentes, adultos e famílias.
  • Ao agendar, você recebe pelo WhatsApp o endereço e as orientações de chegada.
  • Para quem prefere ou precisa, o atendimento também acontece online.
Agendar no Instituto
Equipe do Instituto Vida Plena reunida em círculo, mãos ao centro, na celebração de 2 anos do Instituto
Equipe do Instituto Vida Plena na celebração de 2 anos do Instituto.
Logo da AFAPEN — Associação de Familiares e Amigos de Pessoas com Esquizofrenia e Neurodivergentes

Compromisso além do consultório

Apoio à AFAPEN

Associação de Familiares e Amigos de Pessoas com Esquizofrenia e Neurodivergentes

Apoio o trabalho da AFAPEN, associação que reúne familiares e amigos de pessoas com esquizofrenia e de pessoas neurodivergentes — entre elas, pessoas autistas e suas famílias.

Acredito que o cuidado clínico individual é uma parte do que essas famílias precisam — e que a outra parte é coletiva: informação, rede de apoio, direitos garantidos e uma sociedade que compreenda em vez de julgar.

Como funciona

Do primeiro contato à devolutiva, sem surpresas.

Modalidades

Presencial em Curitiba e Mandirituba/PR e online por videochamada. A indicação de cada formato é conversada caso a caso.

Primeiro contato

Pelo WhatsApp. Você conta brevemente o que procura e recebe as informações sobre horários, formato e próximos passos.

Primeira consulta

Um encontro para entender a demanda e a história. No atendimento infantil, a primeira conversa costuma ser com os responsáveis, sem a criança.

Atendimento de crianças

Sessões adaptadas à idade, com uso de atividades e recursos lúdicos. Os pais participam em momentos combinados e recebem devolutivas periódicas.

Avaliação neuropsicológica

Entrevista inicial, sessões de avaliação, análise e devolutiva com relatório. O número de encontros é definido conforme a idade e as perguntas de cada caso.

Sigilo profissional

Tudo o que é dito em atendimento é protegido pelo Código de Ética do psicólogo. As exceções são as previstas em lei, como situações de risco à vida ou à integridade.

E com adolescentes, o que é compartilhado com os pais?

O adolescente precisa de um espaço próprio para se abrir, e os pais precisam saber como o processo funciona. Por isso, isso é combinado com todos logo no início: o conteúdo das sessões é preservado, e os responsáveis recebem orientações e devolutivas sobre a evolução do processo. Quando há risco à segurança ou à saúde do adolescente, os pais são informados — sempre do modo mais cuidadoso possível e, sempre que possível, com o adolescente sabendo antes.

Perguntas frequentes

Dúvidas que costumam chegar primeiro.

Avaliação neuropsicológica

O que é e para que serve a avaliação neuropsicológica?

É um processo que investiga funções como atenção, memória, linguagem, raciocínio, organização e regulação emocional, por meio de entrevistas, observação e instrumentos padronizados. Serve para compreender como a pessoa funciona — seus pontos fortes e suas dificuldades — e orientar, com base nisso, as decisões da família, da escola e dos profissionais que acompanham o caso.

Quantos encontros são necessários? Quanto tempo leva?

Depende da idade e das perguntas que a avaliação precisa responder. O processo inclui uma entrevista inicial, algumas sessões de aplicação de instrumentos e uma sessão de devolutiva com entrega do relatório. O planejamento — com a estimativa de encontros e de prazo — é apresentado logo no início, antes de começar.

A avaliação dá o diagnóstico?

A avaliação neuropsicológica contribui para o processo diagnóstico e oferece elementos importantes para a conclusão diagnóstica. Em quadros como TEA e TDAH, o diagnóstico costuma ser concluído por médico — neuropediatra, neurologista ou psiquiatra —, em um processo que muitas vezes envolve mais de um profissional.

Na prática, o relatório ajuda a responder perguntas que o diagnóstico sozinho não responde: como essa pessoa aprende, o que a ajuda, o que a sobrecarrega e o que fazer a partir daqui.

O relatório serve para a escola e para o plano de saúde?

O relatório pode ser apresentado à escola para embasar adaptações e estratégias pedagógicas — e é escrito pensando nisso, com recomendações práticas. Para planos de saúde, a aceitação depende das regras de cada plano; vale consultar a operadora sobre o que ela exige.

A partir de que idade pode ser feita?

A avaliação pode ser feita na infância, na adolescência e na vida adulta — os instrumentos são escolhidos de acordo com a idade. No primeiro contato, conte a idade da pessoa a ser avaliada para saber se a avaliação é o melhor caminho neste momento.

Autismo e neurodesenvolvimento

O que é o método ABA e como funciona na prática?

ABA significa Análise do Comportamento Aplicada. É uma abordagem com base em evidência científica que trabalha o desenvolvimento de habilidades a partir de objetivos claros e individualizados — comunicar o que precisa, ganhar autonomia nas rotinas, lidar com transições, brincar e se relacionar.

Na prática, os objetivos são definidos a partir de quem a criança é e do que faz sentido para a vida dela e da família. A família participa e aprende a usar as estratégias no dia a dia, porque é ali que as habilidades se consolidam.

Meu filho foi diagnosticado. E agora?

Primeiro: seu filho continua sendo exatamente a mesma criança de antes do diagnóstico. O que muda é que agora existe uma forma de compreender o que ele vive — e de buscar o apoio certo.

Alguns passos ajudam a organizar esse momento:

  • Entender as necessidades dele, não só o nome do diagnóstico. Duas crianças com o mesmo diagnóstico podem precisar de apoios muito diferentes.
  • Organizar a rede de cuidado com os profissionais indicados para o caso — que podem incluir médico, psicologia, fonoaudiologia e terapia ocupacional.
  • Conversar com a escola sobre adaptações. A Lei 12.764/2012 garante direitos às pessoas com TEA, inclusive na educação.
  • Cuidar de você também. Não é preciso saber tudo agora, e ninguém precisa atravessar isso sozinho.

Se quiser, o primeiro passo pode ser uma conversa de orientação para entender, com calma, por onde começar.

A escola pediu uma avaliação. O que eu faço?

Um pedido da escola é um sinal de atenção, não uma conclusão. Peça à escola que descreva por escrito o que tem observado — isso ajuda muito na avaliação. Depois, entre em contato para uma conversa inicial: nela, entendemos se a avaliação neuropsicológica é o caminho indicado ou se outro passo faz mais sentido antes.

Adulto pode ser avaliado para autismo ou TDAH?

Sim. Muitos adultos atravessaram a vida inteira sem explicação para dificuldades de atenção, organização, interação social ou sobrecarga sensorial. A avaliação na vida adulta é possível e pode trazer compreensão, alívio e caminhos mais adequados de cuidado. O processo considera a história de vida desde a infância.

Psicoterapia e atendimento

Como funciona a terapia com crianças? Os pais participam?

Sim. As sessões com a criança usam recursos adequados à idade — atividades, jogos, desenhos, conversa —, e os pais participam em momentos combinados, com orientações e devolutivas periódicas. O envolvimento da família faz parte do trabalho.

Como funciona o sigilo no atendimento de adolescentes?

O adolescente tem um espaço próprio, e o conteúdo das sessões é preservado. Os responsáveis recebem orientações e informações sobre a evolução do processo, e são comunicados sempre que houver risco à saúde ou à segurança do adolescente. Esse combinado é feito com todos no início do atendimento.

Qual a diferença entre TCC e Logoterapia?

A TCC é estruturada e focada no presente: identifica padrões de pensamento e comportamento que mantêm o sofrimento e desenvolve estratégias práticas para mudá-los. A Logoterapia, criada por Viktor Frankl, trabalha a dimensão do sentido — valores, escolhas e direção de vida. As duas podem se complementar, e a escolha depende de cada pessoa e de cada momento.

Psicólogo prescreve medicação?

Não. A prescrição de medicamentos é feita por médico — em geral, psiquiatra ou neuropediatra. Quando há acompanhamento medicamentoso, o trabalho psicológico acontece em articulação com o médico responsável, sempre com autorização do paciente ou da família.

Atende por convênio? Emite recibo para reembolso?

As condições de atendimento — valores, formas de pagamento e possibilidades de convênio — são informadas no primeiro contato pelo WhatsApp. É emitido recibo com nome e número do CRP, que pode ser usado na declaração de Imposto de Renda e para solicitar reembolso, conforme as regras do seu plano.

Como funciona o atendimento online?

As sessões acontecem por videochamada, em plataforma segura, com o mesmo sigilo do atendimento presencial. Basta um celular ou computador com internet e um lugar reservado. Algumas situações — como parte das etapas de avaliação e o atendimento de crianças pequenas — costumam funcionar melhor no presencial; essa indicação é feita caso a caso.

Jean Cristopher Sanches sentado em poltrona no consultório, com caderno de anotações
Jean Cristopher SanchesPsicólogo clínico · CRP 08/34238

Sobre

Jean Cristopher Sanches

Psicólogo clínico · Pós-graduado em Neuropsicologia · CRP 08/34238

Sou apaixonado pelo desenvolvimento humano, pela saúde mental e pela possibilidade de transformar vidas por meio do conhecimento, da escuta e do acolhimento.

Minha trajetória é marcada pela dedicação às pessoas, à educação e ao cuidado integral. Ao longo da formação, busquei conhecimento em Psicologia, Neuropsicologia, Pedagogia, Serviço Social, Saúde Mental, Psicopedagogia Clínica, Terapia Cognitivo-Comportamental, Logoterapia e outras áreas relacionadas ao desenvolvimento humano.

Acredito que cada pessoa possui uma história única, com desafios, potencialidades e possibilidades de crescimento. Por isso, meu trabalho é orientado por uma prática ética, humanizada e individualizada, respeitando a singularidade de cada paciente e de sua família.

Atuo na área da saúde mental há 13 anos. Sou também especialista em Terapia de Família e Casal, Educação, Psicologia Infantil e da Adolescência e Saúde Mental e Dependência Química.

“Cada pessoa possui uma história única, com desafios, potencialidades e possibilidades de crescimento.”

Formação

  • Pós-graduação em Neuropsicologia
  • Pós-graduação em Saúde Mental e Dependência Química
  • Pós-graduação em Terapia de Família e Casal
  • Pós-graduação em Psicologia Infantil e da Adolescência
  • Pós-graduação em Educação
  • Pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental na Infância e Adolescência
  • Pós-graduação em Psicopedagogia Clínica
  • Pós-graduação em Transtorno do Espectro Autista (TEA) e intervenção pelo método ABA
  • Pós-graduação em Logoterapia e Análise Existencial
  • Pós-graduação em Psicologia do Trânsito

Contato

Vamos conversar sobre o que você precisa.

O primeiro contato é pelo WhatsApp. Conte brevemente o que procura — você recebe as informações sobre horários, formato e próximos passos.

  • ModalidadesPresencial em Curitiba e Mandirituba/PR e online por videochamada
  • Registro profissionalJean Cristopher Sanches · CRP 08/34238
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